Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Para cada momento,
uma poesia especial
e inesquecível, que
fala direto ao coração!
A poesia imortal.
A poesia que se renova.
Poetas de hoje.
Poetas de sempre.
Um cartão torna-se único
quando exala o perfume da
alma poética. Escolha aqui
o cartão que expressa você!
  A poesia musicada.
A música que
poeticamente
nos toca a alma.
O Fórum A Voz da Poesia
é mais um canal de
interatividade.
Venha, participe!
Inscrição de novos poetas!
Já está disponível
o formulário eletrônico
da Voz da Poesia.
Radio A Voz da poesia

*** A Voz da Poesia já cadastrou 14.671 obras de 201 poetas. Adicionados: ALBERTO DA COSTA E SILVA ι DELORES PIRES ι RENATA PALLOTTINI ***

  • Lançamento do novo livro de Nardélio F. Luz

    A CLAUSURA DE
    KEMATIAN
    e outros contos insólitos

    “A história da enigmática Kematian é o portal de entrada para o mundo de fantasias medonhas, onde o leitor mergulhará em uma atmosfera de mistério e suspense, cujos personagens tão humanos quanto eu e você, com suas dores, medos e dramas pessoais, se veem às voltas com arrepiantes seres sobrenaturais.

    São cinco viagens fantásticas por caminhos desconhecidos e labirintos interiores, onde a desolação e o medo por vezes são únicos companheiros. Mas nem tudo é hostil, o triunfo, paixão, excitação, amor e outros sentimentos benévolos também fazem parte dos cenários pretéritos e contemporâneos e das tramas bem engendradas que revelam finais surpreendentes.

    O autor tem a habilidade de nos fazer apaixonar por personagens suspeitos, pouco usuais em histórias do gênero.”

    Texto: Roh Varriano.

    (mais…)

  • Obra completa de Castro Alves disponível no site A Voz da Poesia

    Castro Alves

    Castro Alves (jovem)

    o site A Voz da Poesia informa que já está publicada toda a obra do poeta CASTRO ALVES:

    213 obras, dentre elas, o Drama “Gonzaga ou a Revolução de Minas, 1875”.

    Todas as poesias dos livros:
    • Espumas flutuantes, 1870
    • Vozes d`África. Navio Negreiro, 1880
    • Os escravos, obra dividida em duas partes:
    1. A cachoeira de Paulo Afonso;
    2. Manuscritos de Stênio, 1883;
    • Obras completas, 1921
    Edição do cinquentenário da morte de Castro Alves.
    Org. de Afrânio Peixoto, em 2 vols., contendo numerosos inéditos: poesias diversas, colegiais, coligidas, etc.

    44 áudios de poesias musicadas
    25 áudios de poesias recitadas.

    Acesso no link:
    Obra completa de Castro Alves

  • Quem vê, Senhora, claro e manifesto / O lindo ser de vossos olhos belos, / Se não perder de vista só em vê-los, / Já não paga o que deve a vosso gesto (Camões)

  • “Não me prendo a nada que me defina” – NÃO É DE CLARICE LISPECTOR

    Não me prendo a nada que me defina, Sou companhia, mas posso ser solidão, tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… (Autor Desconhecido) + Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca! 

    Nota: 

    Do que vem sendo divulgado por aí: apenas o que será destacado a seguir é de Clarice:

    Na histórica ENTREVISTA concedida em 1977 a Júlio Lerner, VIDE O TRECHO:

    Julio Lerner: E isso aconteceu em relação a outros de seus trabalhos?

    Clarice: Também em relação a outros trabalhos. Ou toca, ou não toca. Ou quer dizer que… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Tanto que o professor de português e literatura que devia ser o mais apto a me entender não me entendia e a moça de 17 anos lia e relia o livro. Parece que eu ganho na releitura, né? O que é um alívio.

    Pesquisa de Rosângela Aliberti

    FONTE DAQUI

  • MURILO MENDES NO ENEM 2017

     

     

     

     

     

     

     

    A questão 19 do ENEM 2017:

    O FARRISTA
    Quando o almirante Cabral
    Pôs as patas no Brasil
    O anjo da guarda dos índios
    Estava passeando em Paris.
    Quando ele voltou de viagem
    O holandês já está aqui.
    O anjo respira alegre:
    “Não faz mal, isto é boa gente,
    Vou arejar outra vez.”
    O anjo transpôs a barra,
    Diz adeus a Pernambuco,
    Faz barulho, vuco-vuco,
    Tal e qual o zepelim
    Mas deu um vento no anjo,
    Ele perdeu a memória…
    E não voltou nunca mais.*

    A Obra de Murilo Mendes situa-se na fase inicial do Modernismo, cujas propostas estéticas transparecem, no poema, por um eu lírico que

    1. configura um ideal de nacionalidade pela integração regional.
    2. remonta ao colonialismo assente sob um viés iconoclasta.
    3. repercute as manifestações do sincretismo religioso.
    4. descreve a gênese da formação do povo brasileiro.
    5. promove inovações no repertório linguístico


    Solução

    Iconoclastia quer dizer “quebrar imagens”. O iconoclasta seria alguém que rompe com um ideal passado. O modernismo veio quebrar as amarras do romantismo sobre o período colonial. Lembra da canção do exílio de Gonçalves dias? Pois é, o modernismo veio acabar com isso!! Veio mostrar a realidade.

    Resposta correta: letra B

    * MENDES, M. História do Brasil, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.

    Fonte: DAQUI

    Conheça o poeta e sua obra AQUI

  • Deverias chamar-se Claridade / Pelo modo espontâneo, franco e aberto / Com que encheste de cor meu mundo escuro.

    Card Poesia - Vinícius de Moraes

  • Vias do Infinito Ser, novo livro de Rubenio Marcelo

    Lançamento do novo livro de Rubenio Marcelo, Vias do Infinito Ser (Ed. Letra Livre)

    Aconteceu em Campo Grande, na noite de 16/05/2017, em concorrido evento no Teatro Prosa do SESC Horto, o lançamento oficial do novo livro de poemas de Rubenio Marcelo: “Vias do Infinito Ser”, publicado pela Editora Letra Livre. Com aprovação do FIC-MS, a obra possui apresentação do prof. Paulo Nolasco (doutor em letras) e prefácio do crítico literário e poeta José Fernandes (prof. e doutor em letras), que assim afirma num trecho: “O livro ‘Vias do Infinito Ser’ se compõe de uma poesia profunda, marcada por forte dimensão metafísica, como requer a concepção de infinito a que o ser tem de conquistar durante a existência. Para isso, o jogo poético, tal como o existencial, se executa entre o finito, o concreto, o físico, e o essencial, abstrato, metafísico, infinito. Em decorrência, a leitura de cada poema não pode ser feita em uma sentada, mas sorvida mediante várias leituras, a fim de que se possa mergulhar na essência mesma da poesia e no sublime que ela
    encerra. A viagem pelo poema, deste modo, assemelha-se à viagem do ser em busca do infinito. Tem de ser executada passo a passo…”.

    Já o poeta e membro da Academia Brasileira de Letras, Antonio Carlos Secchin, timbra na orelha/aba do livro: “Na poesia de Rubenio Marcelo, em vez de o ser humano habitar o cosmo, é o universo que reside no homem. Tudo emana da força da poesia, e é com essa luz de dentro, deflagrada pelo poder do verbo, que subitamente as coisas ganham forma e novo sentido. Como se lê em um de seus poemas, “palavras saltam muralhas e viram estrelas”.

    Para adquirir o livro acesse o link > AQUI

    Para ler o Prefácio acesse > AQUI

    Para ler a Apresentação acesse > AQUI

    Fonte:
    Jornal da Poesia
    https://goo.gl/WQLfS2

     

     

     

  • “Não é o grito / A medida do abismo? / Por isso eu grito / Sempre que cismo / Sobre tua vida / Tão louca e errada… / — Que grito inútil! / — Que imenso nada! ” (Vinicius de Moraes)

    Salvar

    Salvar

  • As 25 poesias mais lidas em 2016

    Por ordem decrescente de visualizações em nosso site:

    “CANÇÃO MÍNIMA”, de Cecília Meireles (11.922)

    “A RUA DAS RIMAS”, de Guilherme de Almeida (11.497)

    “A FONTE E A FLOR”, de Vicente de Carvalho (9.668)

    “BECOS DE GOIÁS”, de Cora Coralina (8.733)

    “MINHA INFÂNCIA”, de Cora Coralina (7.945)

    “ORAÇÃO DO PRESIDIÁRIO”, de Cora Coralina (7.706)

    “POEMA DO MILHO”, de Cora Coralina (7.458)

    “NOTURNO”, de Fagundes Varela (6.942)

    “RETRATO DE FAMÍLIA”, de Carlos Drummond de Andrade (6.660)

    “COMO FAZER FELIZ MEU FILHO”, de Carlos Drummond de Andrade (6.376)

    “FAZ ESCURO MAS EU CANTO”, de Thiago de Mello (5.977)

    “SONETO XLIII – COMO TE AMO?”, de Elizabeth Barrett Browning (5.895)

    “O DEUS VERME”, de Augusto dos Anjos (5.794)

    “CARTAS DE MEU AVÔ”, de Manuel Bandeira (5.680)

    “SONETOS DE AMOR – XVII”, de Pablo Neruda (5.649)

    “MINHA CIDADE”, de Cora Coralina (5.268)

    “LEMBRANÇA DO MUNDO ANTIGO”, de Carlos Drummond de Andrade (5.167)

    “DEUS!”, de Casimiro de Abreu (5.110)

    “A MORTE É A CURVA DA ESTRADA”, de Fernando Pessoa (4.780)

    “CIDADANIA”, de Thiago de Mello (4.525)

    “TOADA DE TERNURA”, de Thiago de Mello (4.494)

    “LUA-LUAR”, de Cora Coralina (4.445)

    “POEMA BRASILEIRO”, de Ferreira Gullar (4.338)

    “CARREGO COMIGO”, de Carlos Drummond de Andrade (4.195)

    “ENCONTRO”, de Carlos Drummond de Andrade (4.192)

  • FAGNER E O CASO CECÍLIA MEIRELES

     

     

     

     

     

     

    Como sabemos, a história toda começou em 1973, com Raimundo Fagner gravando no elepê de estréia para a Philips a música Canteiros, até então creditada como sendo de sua autoria. Com poucas unidades vendidas, o disco de início não logrou nenhum sucesso comercial e foi tirado das prateleiras pouco tempo depois de lançado. Só que o estouro da música Revelação despertou a curiosidade de alguns radialistas que foram procurar as canções antigas e esquecidas de Raimundo Fagner. Encontraram Canteiros, começaram a tocar a música e descobriram ali um grande sucesso adormecido. Mas antes da música acontecer nacionalmente, ele já tinha dividido a parceria da letra com Cecília Meireles e inclusive divulgando-a em release de show, em 1977. No mesmo ano musicou o poema Epigrama No. 9, registrado no disco ”ORÓS”. E, novamente, em 1978, musicou Motivo, utilizando para fins comerciais alguns versos do poema na parte interna e na capa do elepê intitulado de ”EU CANTO”.

    No dia seis de novembro de 1979, Raimundo Fagner admitiu, ao ser interrogado no dia pelo Juiz Jaime Boente, na 16a. Vara Criminal, que ”sem tirar a beleza dos versos, procurou fazer uma adaptação à música”, reconhecendo o uso indevido do poema Marcha, de Cecília Meireles, na composição Canteiros, registrada na primeira edição do elepê ”MANERA FRU FRU, MANERA”. Para o Juiz Jaime Boente, Raimundo Fagner violou a lei de número 5.988/73 que regula os direitos autorais e com a agravante de plágio, nos artigos 184 e 185 do Código Penal. Eis, a título de curiosidade e comparação com a letra cantada por Raimundo Fagner, o poema ”Marcha”, original de Cecília Meireles:

    ”Quando penso no teu rosto, fecho os olhos de saudade
    Tenho visto muita coisa, menos a felicidade
    Soltam-se meus dedos tristes
    dos sonhos claros que invento
    Nem aquilo que imagino
    já me dá contentamento

    Gosto da minha palavra pelo sabor que me deste
    Mesmo quando é linda, amarga
    Como qualquer fruto agreste.
    Mesmo assim amarga, é tudo que tenho
    entre o sol e o vento.
    Meu vestido, minha música,
    meu sonho, meu alimento.”  ___ (leia o poema “Marcha” na íntegra AQUI)

    A adaptação de Fagner:

    “Quando penso em você fecho os olhos de saudade
    Tenho tido muita coisa, menos a felicidade
    Correm os meus dedos longos em versos tristes que invento
    Nem aquilo a que me entrego já me traz contentamento

    Pode ser até amanhã, cedo claro feito dia
    mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
    Eu só queria ter no mato um gosto de framboesa
    Para correr entre os canteiros e esconder minha tristeza

    Que eu ainda sou bem moço para tanta tristeza
    E deixemos de coisa, cuidemos da vida,
    Pois se não chega a morte ou coisa parecida
    E nos arrasta moço, sem ter visto a vida.” ___ (Leia e ouça “Canteiros” AQUI)

    Enquanto o processo das filhas de Cecília Meireles contra Raimundo Fagner corria na Justiça, o ano de 1979, ainda trouxe algumas ”boas surpresas” para o cantor. Primeira: o elepê ”MANERA FRU FRU, MANERA” foi relançado com Cavalo Ferro, do primeiro compacto duplo lançado em 1972, no lugar da faixa Canteiros. Segunda: apareceram suspeitas de que um outro poema musicado por Raimundo Fagner e registrado também no primeiro elepê não era de sua autoria. Em Sina (3a. faixa do lado ”B”), aparecem como autores da música Raimundo Fagner e Ricardo Bezerra. Mas na verdade, os quatro primeiros e os oito últimos versos da canção, pertencem ao poema ”O Vaquêro”, do poeta popular cearense Patativa do Assaré, e publicado pela Editora Vozes em 1977, no livro ”Cante Lá Que Eu Canto Cá”. Também a título de curiosidade e comparação com a letra cantada por Raimundo Fagner, eis o poema original de Patativa do Assaré, ”O Vaquêro”:

    ”Eu venho dêrne menino,
    Dêrne munto pequenino,
    Cumprindo o belo destino
    Que me deu Nosso Senhô.
    Eu nasci pra sê vaquêro,
    Sou mais feliz brasilêro,
    Eu não invejo dinhêro,
    Nem diproma de dotô.

    (…)

    Tenho na vida um tesôro
    Que vale mais de que ôro:
    O meu liforme de coro,
    Pernêra, chapéu, gibão.
    Sou vaquêro destemido,
    Dos fazendêro querido,
    O meu grito é conhecido
    Nos campo do meu sertão.

    (…)

    O dote de sê Vaquêro,
    Resolvido marruêro,
    Querido dos fazendêro
    Do sertão do Ceará.
    Não perciso maió gozo
    Sou sertanejo ditoso,
    O meu aboio sodoso
    Faz quem tem amô chorá.”

    Em 31 de agosto de 1983, o jornal ”O Globo”, do Rio de Janeiro, edição do dia 31 de agosto de 1983, destacou em letras garrafais: ”Caso Fagner: filhas de Cecília Meireles ganham na Justiça”. O título da matéria referia-se a longa novela envolvendo as herdeiras da poetisa Cecília Meireles – Maria Fernanda Meireles Correa Dias, Maria Elvira Strang e Maria Matilde Correa Dias e o cantor Raimundo Fagner acusado de apropriação indébita e plágio de alguns versos do poema ”Marcha”. O processo contra Fagner se arrastava na Justiça desde novembro de 1979, quando o cantor realmente admitiu ter mexido nos versos do poema de Cecília Meireles adaptando-o para a concepção da música Canteiros. Em 1981, as herdeiras conseguiram condenar as gravadoras Polygram, Polystar, Polifar, as Edições Saturno e o cantor a pagar uma multa de Cr$ 101 mil cruzeiros por violação de direitos autorais. A CBS também foi acionada pela inclusão da música Motivo, no elepê ”QUEM VIVER CHORARÁ”, de 78. A gravadora CBS entrou em acordo e pagou a indenização, mas a Polygram não aceitou o mesmo e as herdeiras transferiram a ação contra a gravadora e das Varas Criminais para as Varas Cíveis. Mesmo depois de condenada, a gravadora Polygram decidiu recorrer ao Supremo Tribunal Federal alegando que a decisão judicial ”feria preceitos constitucionais”. Em cálculos aproximados, as herdeiras divulgaram que o valor da indenização ficaria entre Cr$ 60 e Cr$ 80 milhões de cruzeiros. A novela envolvendo o cantor Raimundo Fagner e a música Canteiros somente terminou em 1999, quando a gravadora Sony Music fez um acordo com as herdeiras da poetisa Cecília Meireles para a regravação da música, o que aconteceu em janeiro de 2000, em Fortaleza, no primeiro registro ao vivo das músicas do compositor cearense. O disco ”RAIMUNDO FAGNER – AO VIVO”, com Canteiros, foi lançado em fevereiro de 2000. Quanto a Sina, em 1997, a cantora Simone Guimarães creditou aos compositores Raimundo Fagner, Ricardo Bezerra e Patativa do Assaré a autoria da música em sua regravação no disco ”CIRANDEIRO”.

    FONTE: DAQUI

CADASTRAR-SE NO QUADRO DE AVISOS | POR ONDE A VOZ ECOA | ÁREA ADMINISTRATIVA DOS POETAS | ENVIAR AVISO (SOMENTE ADMINISTRADORES)
FacebookOrkutTwitterGPlusYoutubeMyspaceDhittPaltalkRSS
 
Copyright 2001 - 2013 - A Voz da Poesia Falando ao Coração - Design GamaBrasil