Vinicius de Moraes


Deverias chamar-se Claridade / Pelo modo espontâneo, franco e aberto / Com que encheste de cor meu mundo escuro.

06/11/2017 00:45h



“Não é o grito / A medida do abismo? / Por isso eu grito / Sempre que cismo / Sobre tua vida / Tão louca e errada… / — Que grito inútil! / — Que imenso nada! ” (Vinicius de Moraes)

30/09/2017 05:23h

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Dia dos Pais: “De repente eu o vejo se transformar no menino igual a mim que vem correndo me beijar quando eu chegar lá de onde vim. Um menino sempre a me perguntar um porquê que não tem fim, um filho a quem só queira bem e a quem só diga que sim.” (Toquinho e Vinicius de Moraes)

04/08/2014 15:56h



Soneto do Amor Total – Vinícius de Moraes

12/06/2014 05:57h



“Queria um abraço hoje” — NÃO É DE VINÍCIUS DE MORAES

28/02/2013 08:50h

Ainda circula pela internet como sendo de Vinicius de Moraes ou como autor desconhecido. Informação recebida por e-mail do próprio autor: “Aqui os dados sobre a autoria do poema “Dá um Abraço?” e não “Queria um abraço hoje”: Autoria: Francisco Macedo Junior (TrovadorPR) Criado em 1999 Publicado na web em 1999 – endereço: www.trovadorpr.com/abraco.htm Obrigado. […]



“Ouve, eu não peço nada do mundo, eu só queria a estrela-d’alva / Porque ela sorri mesmo antes de nascer, na madrugada / Oh, vai no horizonte, pescador, com tua vela tu vais depressa / E quando ela vier à tona, pesca ela para mim depressa, pescador?” (Vinicius de Moraes)

19/02/2013 02:37h



União da Ilha convida Vinicius de Moraes para o samba

05/02/2013 07:39h

Enredo dialoga com a vida e obra do poetinha e ainda dos 60 anos da escola no Carnaval de 2013



“Meus secretos amigos” — NÃO É DE VINÍCIUS DE MORAES

06/07/2009 03:43h

Circula por email (PPS), blogs, flogs, e outros meios como sendo de Vinicius de Moraes. Esse texto é do colunista gaúcho Paulo Sant’Ana e está publicado no livro “O Gênio Idiota” 1992, ed. Mercado Aberto)  MEUS SECRETOS AMIGOS – Paulo Sant’Ana Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor […]



“Eu ficarei só / como os veleiros nos portos silenciosos / Mas eu te possuirei mais que ninguém / porque poderei partir / E todas as lamentações / do mar, / do vento, / do céu, / das aves, / das estrelas / Serão a tua voz presente, / a tua voz ausente, / a tua voz serenizada.” (Vinicius de Moraes)

22/09/2008 03:32h



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