“Não me prendo a nada que me defina” – NÃO É DE CLARICE LISPECTOR

Não me prendo a nada que me defina, Sou companhia, mas posso ser solidão, tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… (Autor Desconhecido) + Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca! 

Nota: 

Do que vem sendo divulgado por aí: apenas o que será destacado a seguir é de Clarice:

Na histórica ENTREVISTA concedida em 1977 a Júlio Lerner, VIDE O TRECHO:

Julio Lerner: E isso aconteceu em relação a outros de seus trabalhos?

Clarice: Também em relação a outros trabalhos. Ou toca, ou não toca. Ou quer dizer que… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Tanto que o professor de português e literatura que devia ser o mais apto a me entender não me entendia e a moça de 17 anos lia e relia o livro. Parece que eu ganho na releitura, né? O que é um alívio.

Pesquisa de Rosângela Aliberti

FONTE DAQUI

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