Funcionária Pública |
“No ato da criação poética, há um oscilar entre a realidade e a fantasia e inexiste senso ou lógica. Estar nele é colocar a alma na vitrine, acarinhar a Musa, dar-lhe colo e entregar-me a ela. No silêncio que antecede a inspiração, permitir-me ser simbiótica e transmutável, vestir-me de nudez e sonhar estando acordada.” Meu eu lírico é vulcânico, irracional e vive noutro mundo, uma espécie de universo paralelo. É apaixonado, intenso, egocêntrico e voraz. Mas eu própria não passo de uma menina, nascida nos pagos gaúchos, que ama poesia e gosta do exercício lírico como distração e desabafo. Desenvolvi o pouco que sei sobre a teoria e a prática da Poesia em comunidades orkutanas, como o “Cadafalso Poético” (criada em junho/2007), da qual eu tenho o maior orgulho de participar, em meio a tantos jovens talentos que amam a Literatura e possuem uma veia poética como poucos nos nossos dias. Também orgulho-me em participar da comunidade e da Antologia Poética do “Bar do Escritor”, lançada no começo desse ano e já distribuída pelo país todo. |