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NOTÍCIAS SOBRE A POETA
 
RÁDIO DA POETA
 
:: POESIAS ::
 
ALCOÓLICAS: I [É CRUA A VIDA. ALÇA DE TRIPA E METAL]
ALCOÓLICAS: II [TAMBÉM SÃO CRUAS E DURAS AS PALAVRAS E AS CARAS]
ALCOÓLICAS: III [ALTURAS, TIRAS, SUBO-AS, RECORTO-AS]
ALCOÓLICAS: IV [E BEBENDO, VIDA, RECUSAMOS O SÓLIDO]
ALCOÓLICAS: V [TE AMO, VIDA, LÍQUIDA ESTEIRA ONDE ME DEITO]
ALCOÓLICAS: VI [VEM, SENHORA, ESTOU SÓ, ME DIZ A VIDA]
ALCOÓLICAS: VII [MANDÍBULAS. ESPÁDUAS. FRENTE E AVESSO]
ALCOÓLICAS: VIII [O CASACO ROSSO ME ESPIA. A LÃ]
ALCOÓLICAS: IX [SE UM DIA TE AFASTARES DE MIM, VIDA]
AMAVISSE [PORCO-POETA QUE ME SEI, NA CEGUEIRA, NO CHARCO]
AMAVISSE - I [CARREGA-ME CONTIGO, PÁSSARO-POESIA]
AMAVISSE - II [COMO SE PERDESSE, ASSIM TE QUERO]
AMAVISSE - III [DE UMA FOME DE AFAGOS, TIGRES BAÇOS]
AMAVISSE - IV [SE CHEGAREM AS GENTES, DIGA QUE VIVO O MEU AVESSO]
AMAVISSE - V [AS MAÇÃS AO RELENTO. DUAS. E O VISCOSO]
AMAVISSE - VI [QUE AS BARCAÇAS DO TEMPO ME DEVOLVAM]
AMAVISSE - VII [AQUELE FINO TRAÇO DE COLINA]
AMAVISSE - VIII [GUARDO-VOS MANHÃS DE TERRACOTA E AZUL]
AMAVISSE - IX [AMOR CHAGADO, DE PÚRPURA, DE DESEJO]
AMAVISSE - X [HÁ UM INCÊNDIO DE ANGÚSTIA E DE SONS]
AMAVISSE - XI [OS PONTEIROS DE ANIL NO ESGUIO DAS ÁGUAS]
AMAVISSE - XII [SE TIVESSE MADEIRA E ILUSÕES]
AMAVISSE - XIII [EXTREMA, TOCO-TE O ROSTO. DE TI ME VEM]
AMAVISSE - XIV [UM FADO PARA GUITARRA]
AMAVISSE - XV [PALIÇADAS E JUNCOS]
AMAVISSE - XVI [DEVO VIVER ENTRE OS HOMENS]
AMAVISSE - XVII [AS BARCAS AFUNDADAS. CINTILANTES]
AMAVISSE - XVIII [SERÁ QUE APREENDO A MORTE]
AMAVISSE - XIX [EMPOÇADA DE INSTANTES, CRESCE A NOITE]
AMAVISSE - XX [DE GROSSOS MUROS, DE FOLHAS MACHUCADAS]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - I [DE CIGARRAS E PEDRAS, QUEREM NASCER PALAVRAS]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - II [SE TE PERTENÇO, SEPARO-ME DE MIM]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - III [OLHANDO O MEU PASSEIO]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - IV [O LOUCO ESTENDEU-SE SOBRE A PONTE]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - V [O LOUCO (A MINHA SOMBRA) ESCANCAROU A BOCA]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - VI [O LOUCO SALTIMBANCO]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - VII [DEVO VOLTAR À LUZ QUE ME PENSOU]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - VIII [ERAM ÁGUAS CASTANHAS AS QUE EU VIA]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - IX [O LOUCO SE FECHOU AO RISO]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - X [É O OLHO COPIOSO DE DEUS. É O OLHO CEGO]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XI [DE CANOAS VERDES DE AMARGAS OLIVEIRAS]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XII [TEMENDO DESDE AGOSTO O FOGO E O VENTO]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XIII [QUERER VOAR, SAMSARA? QUERES TROCAR O MOROSO DAS PERNAS]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XIV [TELHAS, CALHAS]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XV [ERAM AZUIS AS PAREDES DO PROSTÍBULO]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XVI [NÃO PERCEBES, SAMSARA, QUE AQUELE QUE SE ESCONDE]
AMAVISSE: VIA ESPESSA - XVII [MINHA SOMBRA À MINHA FRENTE DESDOBRADA]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - I [EU SOU MEDO. ESTERTOR]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - II [MOVO-ME NO CHARCO. ENTRE O JUNCO E O LAGARTO]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - III [RATO D ÁGUA, CÍRCULO NO REMOINHO DA BUSCA]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - IV [À CARNE AOS PÊLOS, À GARGANTA, À LÍNGUA]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - V [DÁ-ME A VIA DO EXCESSO. O ESTUPOR]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - VI [QUE VERTIGEM, PAI]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - VII [TU SABES QUE SERRAM CAVALOS VIVOS]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - VIII [DESCANSA]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - IX [UMA MULHER SUSPENSA ENTRE AS LINHAS E OS DENTES]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - X [PEDRA D ÁGUA, ABISMO, PEDRA-FERRO]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - XI [NOS PAUIS, NO PAU-DE-LACRE]
AMAVISSE: VIDA VAZIA - XII [ÁGUAS DE GRANDE SOMBRA, ÁGUA DE ESPINHOS]
BALADA DE ALZIRA: IX [POEMA DO FIM]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: I [É BOM QUE SEJA ASSIM, DIONÍSIO, QUE NÃO VENHAS]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: II [PORQUE TU SABES QUE É DE POESIA]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: III [A MINHA CASA É GUARDIÃ DO MEU CORPO]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: IV [PORQUE TE AMO]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: V [QUANDO BEATRIZ E CAIANA TE PERGUNTAREM, DIONÍSIO]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: VI [TRÊS LUAS, DIONÍSIO, NÃO TE VEJO]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: VII [É LÍCITO ME DIZERES, QUE MANAN, TUA MULHER]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: VIII [SE CLÓDIA DESPREZOU CATULO]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: IX [CONTA-SE QUE HAVIA NA CHINA UMA MULHER]
ODE... DE ARIANA PARA DIONÍSIO: X [SE TODAS AS TUAS NOITES FOSSEM MINHAS]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS I - [QUE ESTE AMOR NÃO ME CEGUE NEM ME SIGA]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS II - [E SÓ ME VEJA]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS III - [ISSO DE MIM QUE ANSEIA DESPEDIDA]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - IV [E POR QUE TAMBÉM NÃO DOLOROSO E PENITENTE]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - V [O NUNCA MAIS NÃO É VERDADE]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - VI [TEM NOME VEEMENTE. O NUNCA MAIS TEM FOME]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - VII [RIOS DE RUMOR: MEU PEITO TE DIZENDO ADEUS]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - VIII [AQUELA QUE NÃO TE PERTENCE POR MAIS QUEIRA]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - IX [ILHARGA, OSSO, ALGUMAS VEZES É TUDO O QUE SE TEM]
CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS - X [COMO SE FOSSE VERDADE ENCANTAÇÕES, POEMAS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: I [VIDA DA MINHA ALMA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: III [SE A TUA VIDA SE ESTENDER]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: V [ME VIAS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: VIII [ME VINHA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: IX [E ATRAVESSAMOS PORTAS TRANCADAS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XV [PARA PODER MORRER]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XVIII PARA TUA FOME]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XIX [CORPO DE CARNE]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXII [TOMA PARA TEU GOZO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXIII [EU AMO AQUELE QUE CAMINHA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXV [INSENSATEZ E SOMBRA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXVII [AMOR AGORA MEU INIMIGO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXXI [BARCAS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXXIII [SE TE PRONUNCIO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXXIV [AS ÁGUAS, MEU ÓDIO-AMOR]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXXV [DESGARRADA DE TI]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXXVIII TOMA-ME AO MENOS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XXXIX [ESCREVESTE MEU NOME]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XL [DE RISPIDEZ E ALTIVO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLI [OUVIA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLII [ATADOS OS RAMOS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLIII [AI QUE DISTÂNCIA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLIV [LEMBRA-TE QUE MORREREMOS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLV [QUE NO POEMA AO MENOS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLVI [TALVEZ EU SEJA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLVII [DORME O TORMENTO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: XLIX [SE ME VIESSEM À BOCA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LII [EU ERA PARTE DA NOITE E CAMINHAVA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LIII [CADENCIADAS]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LIV [NA MOLDURA, NO ESQUADRO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LV [UM TEMPO-LUZ]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LVI [AREIA, VOU SORVENDO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LVIII [O BISTURI E O VERSO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LX [TEU ROSTO SE FAZ TARDE]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXIII [TENS A MEDIDA DO IMENSO?]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXIV [DE SOL E LUA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXVI [NUNS ATALHOS DA TARDE]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXVII [VIDA DA MINHA ALMA]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXVIII [TE PENSO]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXIX [RESOLVI ME SEGUIR]
CANTARES DE PERDA E PREDILEÇÃO: LXX [POEIRA, CINZAS]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: II [DEMORA-TE SOBRE A MINHA HORA]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: III [PERTENCENTE TE CARREGO]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: IV [VINDA DO FUNDO, LUZINDO]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: VII [PERDERÁS DE MIM]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XI [LEVARÁS CONTIGO]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XII [POR QUE NÃO ME ESQUECES]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XVIII [SE EU SOUBESSE]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XX [TEU NOME É NADA]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXII [NÃO ME PROCURES ALI]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXIV [NA MELODIA TE PENSO]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXVI [DURANTE O DIA CONSTRÓI]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXVII [ME COBRIRÃO DE ESTOPA]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXIX [TE SEI. EM VIDA]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXX [JUNTAS. TU E EU]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXXII [PORQUE ME FIZ POETA?]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXXIV [TÃO ESCURAMENTE CAMINHA]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXXV [AH, SE EU SOUBESSE DE NUVENS]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS: XXXVIII [NO CORAÇÃO, NO OLHAR]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS - TEMPO MORTE: II [PASSARÁ]
DA MORTE. ODES MÍNIMAS - TEMPO MORTE: IV [DESDE QUE NASCI, COMIGO]
DO DESEJO - I [PORQUE HÁ DESEJO EM MIM, É TUDO CINTILÂNCIA]
DO DESEJO - II [VER-TE. TOCAR-TE. QUE FULGOR DE MÁSCARAS]
DO DESEJO - III [COLADA À TUA BOCA A MINHA DESORDEM]
DO DESEJO - IV [SE EU DISSER QUE VI UM PÁSSARO]
DO DESEJO - V [EXISTE A NOITE, E EXISTE O BREU]
DO DESEJO - VI [AQUELE OUTRO NÃO VIA MINHA MUITA AMPLIDÃO]
DO DESEJO - VII [LEMBRA-TE QUE HÁ UM QUERER DOLOROSO]
DO DESEJO - VIII [SE TE AUSENTAS HÁ PAREDES EM MIM]
DO DESEJO - IX [E POR QUE HAVERIAS DE QUERER MINHA ALMA]
DO DESEJO - X [PULSAS COMO SE FOSSEM DE CARNE AS BORBOLETAS]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: I [SE TE PAREÇO NOTURNA E IMPERFEITA]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: II [AMA-ME. É TEMPO AINDA. INTERROGA-ME]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: III [SE REFAZER O TEMPO, A MIM, ME FOSSE DADO]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: IV [MINHA MEDIDA? AMOR]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: V [NÓS DOIS PASSAMOS. E OS AMIGOS]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: VI [FOI JULHO SIM. E NUNCA MAIS ESQUEÇO]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: VII [SORRIO QUANDO PENSO]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: VIII [DE LUAS, DESATINO E AGUACEIRO]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: IX [ESSE POETA EM MIM SEMPRE MORRENDO]
DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO: X [NÃO É APENAS UM VAGO, MODULADO SENTIMENTO]
JÚBILO MEMÓRIA NOVICIADO DA PAIXÃO: XI [ANTES QUE O MUNDO ACABE, TÚLIO]
DA NOITE - I [VI AS ÉGUAS DA NOITE GALOPANDO ENTRE AS VINHAS]
DA NOITE - II [QUE CANTO HÁ DE CANTAR O QUE PERDURA]
DA NOITE - III [VEM DOS VALES A VOZ. DO POÇO]
DA NOITE - IV [DIRÁS QUE SONHO O DEMENTADO SONHO DE UM POETA]
DA NOITE - V [ÁGUAS. ONDE SÓ OS TIGRES MITIGAM A SUA SEDE]
DA NOITE - VI [O QUE É A CARNE? O QUE É ESSE ISSO]
DA NOITE - VII [DUNAS E CABRAS. E MINHA ALMA VOLTADA]
DA NOITE - VIII [COSTURO O INFINITO SOBRE O PEITO]
DA NOITE - IX [PENSO LINHOS E UNGUENTOS]
DA NOITE - X [QUE TE DEMORES, QUE ME PERSIGAS]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: I [PÉS BURILADOS]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: II [RASTEJA E ESPREITA]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: III [CAIO SOBRE TEU COLO]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: IV [DOEM-TE AS VEIAS]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: V [PARA UM DEUS, QUE SINGULAR PRAZER]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: VI [SE MIL ANOS VIVESSE]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: VII [É RÍGIDO E MATA]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: VIII [É NESTE MUNDO QUE TE QUERO SENTIR]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: IX [PODERIA AO MENOS TOCAR]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: X [ATADA A MÚLTIPLAS CORDAS]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XI [SOBEM-ME AS ÁGUAS. SOBEM-TE AS FÚRIAS]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XII [ESTOU SOZINHA SE PENSO QUE TU EXISTES]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XIII [VOU PELOS ATALHOS TE SENTINDO À FRENTE]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XIV [SE TE GANHASSE, MEU DEUS, MINH’ALMA SE ESVAZIARIA]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XV [DESENHO UM TOURO DE SEDA]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XVI [SE JÁ SOUBESSE QUEM SOU]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XVII [PENSO QUE TU MESMO CRESCES]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XVIII [SE SOME, TEM CUIDADO]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XIX [TEUS PASSOS SOMEM]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XX [MOVE-TE. DESPERTA]
POEMAS MALDITOS GOZOSOS E DEVOTOS: XXI [NÃO TE MACHUQUE A MINHA AUSÊNCIA, MEU DEUS]
PRESSÁGIO: II [ME MATARIA EM MARÇO]
PRESSÁGIO: XX [ANTES SOUBESSE EU]
SOBRE A TUA GRANDE FACE: DE MONTANHAS E BARCAS NADA SEI
SOBRE A TUA GRANDE FACE: DESEJEI TE MOSTRAR MINHA FORMA HUMANA
SOBRE A TUA GRANDE FACE: HOJE TE CANTO E DEPOIS NO PÓ QUE HEI DE SER
SOBRE A TUA GRANDE FACE: HONRA-ME COM TEUS NADAS
SOBRE A TUA GRANDE FACE: O QUE ME VEM, DEVO DIZER-TE DESEJADO
SOBRE A TUA GRANDE FACE: QUISERA DAR NOMES, MUITOS, A ISSO DE MIM
SOBRE A TUA GRANDE FACE: VEM APENAS DE MIM, Ó CARA ESCURA
DA MORTE. ODES MÍNIMAS - TEMPO MORTE: I [CORROENDO]
TROVAS DE MUITO AMOR...: II [AMO E CONHEÇO]
DA NOITE - VIII [COSTURO O INFINITO SOBRE O PEITO]

VIII

Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
e sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.

© HILDA HILST
In: Da noite, 1992


FONTE(S) DO(S) ÁUDIO(S):

Da noite: VIII [Costuro o infinito sobre o peito], poema de Hilda Hilst
por Ricardo José
Áudio do vídeo disponível no Youtube
Link: https://youtu.be/FWAwIyvnz48
CANAL LIVRÃO: https://www.youtube.com/user/ricardobene2009
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