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NOTÍCIAS SOBRE A POETA
 
 
:: POESIAS ::
 
V (ÁGUAS. ONDE SÓ OS TIGRES MITIGAM A SEDE)
XXXV (AH, SE EU SOUBESSE DE NUVENS)
XLIII (AI QUE DISTÂNCIA)
XXVII (AMOR AGORA MEU INIMIGO)
XI (ANTES QUE O MUNDO ACABE)
VII (AQUELE FINO TRAÇO DE COLINA)
LVI (AREIA)
XXXIV (AS ÁGUAS, MEU ÓDIO-AMOR)
XVII (AS BARCAS AFUNDADAS)
X (ATADA A MÚLTIPLAS CORDAS)
XLII (ATADOS OS RAMOS)
XXXI (BARCAS CARREGANDO A VIDA)
LIII (CADENCIADAS)
III (CAIO SOBRE TEU COLO)
I (CARREGA-ME CONTIGO)
III (COLADA À TUA BOCA)
II (COMO SE PERDESSE ASSIM TE QUERO)
XIX (CORPO DE CARNE)
I (CORROENDO)
VIII (COSTURO O INFINITO SOBRE O PEITO)
V (DÁ-ME A VIA DO EXCESSO)
I (DE CIGARRAS E PEDRAS)
XL (DE RISPIDEZ E ALTIVO)
LXIV (DE SOL E LUA)
III (DE UMA FOME DE AFAGOS)
II (DEMORA-TE SOBRE A MINHA HORA)
VIII (DESCANSA)
XXXV (DESGARRADA DE TI)
I (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
II (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
III (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
V (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
VI (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
VII (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
VIII (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
X (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
XLVII (DORME O TORMENTO)
XXVI (DURANTE O DIA CONSTRÓI)
VIII (É NESTE MUNDO QUE TE QUERO SENTIR)
IX (E POR QUE HAVERIA DE QUERER MINHA ALMA)
II (E SÓ ME VEJA)
XIX (EMPOÇADA DE INSTANTES)
XXXIX (ESCREVESTE MEU NOME)
XII (ESTOU SOZINHA SE PENSO QUE TU EXISTES)
XXIII (EU AMO AQUELE QUE CAMINHA)
LII (EU ERA PARTE DA NOITE)
V (EXISTE A NOITE, E EXISTE O BREU)
XIII (EXTREMA, TOCO-TE O ROSTO)
XXV (INSENSATEZ E SOMBRA)
III (ISSO DE MIM QUE ANSEIA)
XXX (JUNTAS)
VII (LEMBRA-TE QUE HÁ UM QUERER DOLOROSO)
XLIV (LEMBRA-TE QUE MORREREMOS)
XI (LEVARÁS CONTIGO MEUS OLHOS)
XXVII (ME COBRIRÃO DE ESTOPA)
V (ME VIAS PARTIDA AO MEIO)
VIII (ME VINHA)
XX (MOVE-TE)
XXIV (NA MELODIA TE PENSO)
LIV (NA MOLDURA)
XXII (NÃO ME PROCURES ALI)
LXVI (NUNS ATALHOS DA TARDE)
LVIII (O BISTURI E O VERSO)
XLI (OUVIA QUE NÃO PODIA TE ODIAR)
XVIII (PARA TUA FOME)
II (PASSARÁ)
IX (PENSO LINHOS E UNGUENTOS)
XVII (PENSO QUE TU MESMO CRESCES)
VII (PERDERÁS DE MIM)
LXX (POEIRA, CINZAS)
IX (POEMA DO FIM)
XXXII (POR QUE ME FIZ POETA?)
XII (POR QUE NÃO ME ESQUECES)
I (PORQUE HÁ DESEJO EM MIM)
VI (QUE AS BARCAÇAS DO TEMPO ME DEVOLVAM)
II (QUE CANTO HÁ DE CANTAR O QUE PERDURA)
I (QUE ESTE AMOR NÃO ME CEGUE)
XLV (QUE NO POEMA AO MENOS)
X (QUE TE DEMORES, QUE ME PERSIGA)
LIX (RESOLVI ME SEGUIR SEGUINDO-TE)
VII (RIOS DE RUMOR)
XVIII (SE EU SOUBESSE)
XVI (SE JÁ SOUBESSE QUEM SOU)
XLIX (SE ME VIESSEM À BOCA)
VI (SE MIL ANOS VIVESSE)
XVIII (SE SOME, TEM CUIDADO)
VIII (SE TE AUSENTAS HÁ PAREDES EM MIM)
XIV (SE TE GANHASSE, MEU DEUS)
II (SE TE PERTENÇO, SEPARO-ME DE MIM)
XXXIII (SE TE PRONUNCIO)
XII (SE TIVESSE MADEIRA E ILUSÕES)
IX (SE UM DIA TE AFASTARES DE MIM)
XVIII (SERÁ QUE APRENDO A MORTE)
XI (SOBEM-ME AS ÁGUAS)
XLVI (TALVEZ EU SEJA)
XXXIV (TÃO ESCURAMENTE CAMINHA)
V (TE AMO, VIDA)
LXVIII (TE PENSO)
XXIX (TE SEI)
XIV (TELHAS, CALHAS)
LXIII (TENS A MEDIDA DO IMENSO?)
XX (TEU NOME É NADA)
LX (TEU ROSTO SE FAZ TARDE)
XIX (TEUS PASSOS SOMEM)
XXII (TOMA PARA TEU GOZO)
XXXVIII (TOMA-ME AO MENOS)
LV (UM TEMPO-LUZ)
VI (VEM, SENHORA)
II (VER-TE. TOCAR-TE)
I (VI AS ÉGUAS DA NOITE GALOPANDO)
I (VIDA DA MINHA ALMA)
LXVII (VIDA DA MINHA ALMA)
XIII (VOU PELOS ATALHOS)
DA FANTASIA
DE MONTANHAS E BARCAS NADA SEI
DESEJEI TE MOSTRAR MINHA FORMA HUMANA
HOJE TE CANTO
HONRA-ME COM TEUS NADAS
III (PERTENCENTE TE CARREGO)
III (SE A TUA VIDA SE ESTENDER)
III (VEM DOS VALES A VOZ)
IV (DESDE QUE NASCI)
IV (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
IV (DIRÁS QUE SONHO)
IV (E POR QUE TAMBÉM NÃO DOLOROSO)
IV (O LOUCO ESTENDEU-SE SOBRE A PONTE)
IV (SE EU DISSER QUE VI UM PÁSSARO)
IV (VINDA DO FUNDO)
IX (DEZ CHAMAMENTOS AO AMIGO)
IX (E ATRAVESSAMOS PORTAS TRANCADAS)
QUISERA DAR NOMES
VEM APENAS DE MIM
XV (PARA PODER MORRER)
XXXVIII (NO CORAÇÃO, NO OLHAR)
VIII (COSTURO O INFINITO SOBRE O PEITO)

VIII

Costuro o infinito sobre o peito.
E no entanto sou água fugidia e amarga.
e sou crível e antiga como aquilo que vês:
Pedras, frontões no Todo inamovível.
Terrena, me adivinho montanha algumas vezes.
Recente, inumana, inexprimível
Costuro o infinito sobre o peito
Como aqueles que amam.


©Hilda Hilst
In Da noite, 1992

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