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:: POESIAS ::
 
À BEIRA DE ÁGUA
À BOCA DO POÇO
A CASA
A CASAIS MONTEIRO, PODENDO SERVIR DE EPITÁFIO
A CHUVA CAI NA POEIRA COMO NO POEMA
A CLARIDADE COROA-SE DE CINZA
A CUSTO
À ENTRADA DA NOITE
A FIGUEIRA
A ILHA
A LUZ DO CHÃO
A MANHÃ PARADA
A MÃO NO OMBRO
A MÃO, A TERRA PROMETIDA
A MÁRIO BOTAS, COM UNS CRAVOS BRANCOS
À MEMÓRIA DE RUY BELO
À MINHA PORTA
A MÚSICA
A PEDRA
A PEQUENA PÁTRIA
A PEQUENA VAGA
A POESIA NÃO VAI
A PORTA
A SÍLABA
A TARDE SACUDIU AS SUAS CRINAS
A TEIA
A TERRA DE PALHA RASA
À TUA SOMBRA
A TUA VIDA É UMA HISTÓRIA TRISTE
A UM LODÃO DA MINHA RUA
A UMA FONTE
ABRIL
ACERCA DOS GATOS
ACORDE
ADAGIO
ADEUS
AGORA AS AVES VOLTAM
AGORA AS PALAVRAS
ALGUMAS IMAGENS DO INVERNO
ANIMAL DE PALAVRAS
ANTES DE SABER
ANUNCIAÇÃO DA ALEGRIA
ANUNCIAÇÃO DA PRIMAVERA
ANUNCIAÇÃO DA PRIMAVERA - 2
AO ABRIGO DAS INJÚRIAS
AO ARMANDO ALVES, ESCRITO NA CAL
AO EDUARDO LOURENÇO, NA FLOR DA SUA IDADE
AO FIM DA TARDE
AO LUIS MIGUEL NAVA, NOUTRA ESTRELA
AO MIGUEL, NO SEU 4º ANIVERSÁRIO, E CONTRA O NUCLEAR, NATURALMENTE
AOS JACARANDÁS DE LISBOA
APENAS UM CORPO
APENAS UM RUMOR
APRENDIZAGEM DA POESIA
APROXIMA A BOCA
APROXIMA-TE, PÕE O OUVIDO NA MINHA BOCA
AQUI ME TENS, CONIVENTE COM O SOL
ARDENDO NA SOMBRA
ARREPIO NA TARDE
ARTE DE NAVEGAR
ARTE DOS VERSOS
ÁRVORES
AS AMORAS
AS CRIANÇAS
AS FONTES
AS FRÁGEIS HASTES
AS GAIVOTAS
AS MAÇÃS
AS MÃES
AS MÃOS
AS NUVENS
AS PALAVRAS
AS PALAVRAS INTERDITAS
AS PALMEIRAS
AS POUCAS PALAVRAS
AS PRIMEIRAS CHUVAS
AS RAZÕES DO MUNDO
ÀS VEZES
ÀS VEZES ENTRA-SE EM CASA COM O OUTONO
ASSIM DESPIDO
ASSIM É A POESIA
ASSIM SEJA
ATÉ AMANHÃ
ATRÁS DA PORTA
BALANÇA
BERLIM
CADA COISA
CALA-TE A LUZ ARDE ENTRE OS LÁBIOS
CALCEDÓNIA
CAMINHA DEVAGAR
CANÇÃO
CANÇÃO BREVE
CANÇÃO COM GAIVOTAS DE BERMEO
CANÇÃO DA MÃE DE UM SOLDADO DE PARTIDA PARA A BÓSNIA
CANÇÃO DE LAGA
CANÇÃO DESESPERADA
CANÇÃO DO PASSEIO ALEGRE
CANÇÃO ESCRITA NAS AREIAS DE LAGA
CANÇÃO INFANTIL
CANÇÃO PARA MINHA MÃE
CANTAS. E FICA A VIDA SUSPENSA
CANTE JONDO
CANTO FIRME
CANTUS FIRMUS
CARNE DE AMOR
CASA DO MUNDO
CASA NA CHUVA
CASA NO SOL
CATAVINA
CHORO
CHOVE, É O DESERTO, O LUME APAGADO
CHUVA DE MARÇO
CIDADE
CLARO QUE OS DESEJAS, ESSES CORPOS
CODA
COM AS GAIVOTAS
COM AS PRIMEIRAS CHUVAS
COM ESSA NUVEM
COM O MAR
COM OS JUNCOS
COM OS OLHOS
COMO NO INÍCIO
CONCENTRO OS OLHOS NO MAIS PRECÁRIO
CONFIANÇA
CONHECIAS O VERÃO PELO CHEIRO
CONSELHO
CONTRAPONTO
CORAÇÃO DO DIA
CORAÇÃO HABITADO
CORAÇÃO RECENTE
CORAL
CORPO
CORPO HABITADO
CRISTALIZAÇÕES
CUMPLICIDADE DO VERÃO
CURTA-METRAGEM
DA COR DO FENO, AS TUAS MÃOS COMPLETAS
DA IGNORÂNCIA
DA MANEIRA MAIS SIMPLES
DA MEMÓRIA
DAI-ME UM NOME
DE QUE PAÍS REGRESSAS?
DE RAMO EM RAMO
DEIXA QUE SEJA UMA CRIANÇA
DEMORASTE MUITO
DESDE A AURORA
DESDE O CHÃO
DESENHO ANTIGO
DESPEDIDA
DESPEDIDA [2]
DESPERTAR
DISCURSO TARDIO À MEMÓRIA DE JOSÉ DIAS COELHO
DO FUNDO DO CORPO
DO OUTRO LADO
DUNAS
É ASSIM
É ASSIM, A MÚSICA
É UM DIZER
É UM DOS TEUS MAIS BONITOS SORRISOS
É UM LUGAR AO SUL
É UM SOPRO
ECOS DE VERÃO
ELEGIA
ELEGIA DAS ÁGUAS NEGRAS PARA CHE GUEVARA
EM CADA FOLHA
EM CADA FRUTO A MORTE AMADURECE
EM FORMA DE ESTRELA
EM LISBOA COM CESÁRIO VERDE
EM LOUVOR DO FOGO
EM MEMÓRIA DE CHICO MENDES
ENCONTRO NO INVERNO COM ANTÓNIO LOBO ANTUNES
ENCOSTAS A FACE
ENQUANTO ESCREVIA
ENSINA-ME, ENSINA-ME COMO SE FAZ
ENTRE AS FOLHAS NEGRAS DA FIGUEIRA
ERA SETEMBRO
EROS
EROS DE PASSAGEM
EROS THANATOS
ESCREVO
ESPADAS DA MELANCOLIA
ESPANTA-ME QUE ESTES OLHOS DUREM AINDA
ESPELHO
ESPERA
ESSA MULHER A DOCE MELANCOLIA
ESTE PAÍS É UM CORPO EXASPERADO
ESTE SOL, NÃO SEI SE JÁ O DISSE
ESTOU AQUI
ESTOU CONTENTE, NÃO DEVO NADA À VIDA
ESTOU SENTADO NOS PRIMEIROS ANOS DA MINHA VIDA
ESTRIBILHOS
ESTRIBILHOS DE UM DIA DE VERÃO
EU AMEI ESSES LUGARES
EU IA COM A NOITE PELAS RUAS
EU VI ESSAS MURALHAS RUÍREM
FÁBULA
FAZ UMA CHAVE, MESMO PEQUENA
FAZER DE UMA PALAVRA UM BARCO
FAZER DO OLHAR O GUME CERTO
FECUNDOU-TE A VIDA NOS PINHAIS
FIM DE VERÃO
FOI PARA TI QUE CRIEI AS ROSAS
FRENTE A FRENTE
FRÉSIAS
GLOSA
GREEN GOD
HÁ DIAS
HAVIA UMA PALAVRA
HOJE DEITEI-ME AO LADO DA MINHA SOLIDÃO
HOMENAGEM A MARK ROTHKO
IMAGEM
IMPETUOSO, O TEU CORPO É COMO UM RIO
IMPROVISO
IMPROVISO NA MADRUGADA
IMPROVISO PARA UMA FONTE
IN MEMORIAM
IN MEMORIAM (F.G.L.)
INTRODUÇÃO AO CANTO
INVENTAREI O DIA ONDE CONTIGO
JÁ NÃO SE VÊ O TRIGO
JULGUEI QUE NÃO VOLTARIA A FALAR
JUVENTUDE
KAVAFIS, NOS ANOS DISTANTES DE 1903
LÁGRIMA
LETTERA AMOROSA
LÍNGUA DOS VERSOS
LISBOA
LISBOA [2]
LITANIA
LUME DE INVERNO
MADRIGAL
MANHÃ DE JUNHO
MAR DE SETEMBRO
MAR MAR E MAR
MATÉRIA NOBRE
MATINAL
MEMORIAL DE UM CORPO
METAMORFOSES DA CASA
MORO AGORA NOS OLHOS DAS CRIANÇAS
MULHERES DE PRETO
MÚSICA MIRABILIS
NA LUZ A PRUMO
NA ORLA DO MAR
NA VARANDA DE FLORBELA
NADA
NÃO CANTO PORQUE SONHO
NÃO CHOVE
NÃO É VERDADE
NÃO OUÇAS ESSAS VOZES QUE NÃO PARAM
NÃO PERGUNTES
NÃO PROCURES
NÃO SEI
NÃO SOU DAQUELES QUE RUMINAM RANCOR
NAS ERVAS
NAS PALAVRAS
NATUREZA MORTA COM FRUTOS
NEM SEMPRE O CORPO SE PARECE
NESSES LUGARES
NEVOEIRO
NINGUÉM CHEIRA MELHOR
NO FIM DO VERÃO
NO LUME NO GUME
NO MEU DESEJO
NOCTURNO A DUAS VOZES
NOCTURNO DE FÃO
NOCTURNO DE LISBOA
NOCTURNO DE VENEZA
NOITE DE VERÃO
NOITE TRANSFIGURADA
NOS TEUS DEDOS NASCERAM HORIZONTES
NUM EXEMPLAR DAS GEÓRGICAS
NUMA FOTOGRAFIA
O AMANTE CEGO
O AMIGO
O AMOR
O CAMINHO DAS DUNAS
O CHEIRO DO VERÃO
O COMUM DA TERRA (VASCO GONÇALVES)
O DESEJO
O DESERTO
O INOMINÁVEL
O LUGAR DA CASA
O LUGAR MAIS PERTO
Ó MANHÃ
O MAR. O MAR NOVAMENTE À MINHA PORTA
O MURO É BRANCO
O NOME DA TERRA
O OLHAR
O OLHAR DESPRENDE-SE, CAI DE MADURO
O PEQUENO PERSA
O PEQUENO SISMO
O PESO DA SOMBRA
O QUE NÃO PODE MORRER
O SAL DA LÍNGUA
O SAL DA TERRA
O SILÊNCIO
O SILÊNCIO [2]
O SORRISO
O SORRISO [2]
O VERÃO É ASSIM
OBSCURO DOMÍNIO
OCULTAS ÁGUAS
OCUPAÇÕES DE VERÃO
ODE A GUILLAUME APOLLINAIRE
OIÇO FALAR
OLHOS POSTOS NA TERRA, TU VIRÁS
ONDE A NOITE
ONDE ME LEVAS, RIO QUE CANTEI
ONDE OS LÁBIOS
OS AMANTES SEM DINHEIRO
OS AMIGOS
OS ANIMAIS
OS DIFÍCEIS AMIGOS
OS FRUTOS
OS JACARANDÁS
OS LIVROS
OS PERIGOS DO VERÃO
OSTINATO
OUÇO CORRER A NOITE PELOS SULCOS
OUTONO
OUTRA CANÇÃO
OUTRA VEZ O PÁTIO VIDRADO DA MANHÃ
OUTRO EXEMPLO: CARLOS DE OLIVEIRA
OUTRO POEMA PARA O MEU AMOR DOENTE
PAISAGEM
PARA ONDE?
PARÁGRAFOS DA SEDE
PASSAMOS PELAS COISAS SEM AS VER
PASSASTE OS DIAS A PÔR SÍLABAS
PASSEIO ALEGRE
PASTORAL
PELA ESTRADA DE SÃO LOURENZO DEL ESCORIAL
PELA LUZ OBLÍQUA DEVIA SER INVERNO
PELA MANHÃ É QUE EU IRIA
PEQUENA ELEGIA DE SETEMBRO
PLENAMENTE
PODIAS ENSINAR À MÃO
POEMA À MÃE
POEMA PARA O MEU AMOR DOENTE
PORTO
PRAÇA DE MALÁ STRANA
PRATO DE FIGOS
PRIMEIRAMENTE
PROCURA A MARAVILHA
PROCURO-TE
PÚRPURA SECRETA
QUANDO EM SILÊNCIO PASSAS ENTRE AS FOLHAS
QUASE ELEGIA
QUASE EPITÁFIO
QUASE HAIKU
QUASE MADRIGAL
QUASE NADA
QUASE NADA
QUE DIREMOS AINDA?
QUE FIZESTE DAS PALAVRAS?
QUE TRABALHO
RAIVOSOS, ATIRAM-SE CONTRA A SOMBRA
RECADO PARA CARLOS DE OLIVEIRA
REGRESSAR AO CORPO, ENTRAR NELE
RENTE AO CHÃO
REQUIEM PARA PIER PAOLO PASOLINI
RETRATO
RETRATO ARDENTE
RETRATO COM SOMBRA
RILKEANA
ROSA DE AREIA
ROSA DO MUNDO
ROSTO AFOGADO
RUMOR
RUMOR DO MUNDO
RUMOR [2]
SAL DA LÍNGUA
SÃO COISAS ASSIM
SÊ TU A PALAVRA
SEI DE UMA PEDRA ONDE ME SENTAR
SEJA ISTO DITO ASSIM
SEM MEMÓRIA
SEM TI
SEM TI [2]
SEMPRE A ÁGUA
SEMPRE ASSIM FOI
SERÃO PALAVRAS
SERENATA
SETEMBRO: QUE LUGAR
SÍLABA A SÍLABA
SÓ AS TUAS MÃOS TRAZEM OS FRUTOS
SOBRE A CASA
SOBRE A CINTURA
SOBRE A MESA A FRUTA ARDE
SOBRE A PALAVRA
SOBRE A TERRA
SOBRE AS AREIAS
SOBRE AS GAIVOTAS
SOBRE FLANCOS E BARCOS
SOBRE O CAMINHO
SOBRE O CORAÇÃO
SOBRE O DESEJO
SOBRE O MAR
SOBRE O TEJO
SOBRE OS CISNES SELVAGENS DE YEATS
SOBRE UM CORPO
SOMOS COMO ÁRVORES
SOMOS FOLHAS BREVES ONDE DORMEM
SONETO
SONETO MENOR À CHEGADA DO VERÃO
SOU FIEL AO ARDOR
SOUVENIR AFRICAIN
SUL
SULCOS
SURDO, SUBTERRÂNEO RIO
TALVEZ
TAMBÉM, TAMBÉM O PULSO
TAVIRA 1944
TEMPO EM QUE SE MORRE
TENHO O NOME DE UMA FLOR
TOAR UM CORPO
TOCAR-TE A PELE
TRABALHO COM A FRÁGIL E AMARGA…
TRAGO OS TORDOS NA CABEÇA
TRÊS OU QUATRO SÍLABAS
TU ÉS A ESPERANÇA, A MADRUGADA
TU ESTÁS ONDE O OLHAR COMEÇA
ÚLTIMA VARIAÇÃO
ÚLTIMO POEMA
UM AMIGO É ÀS VEZES O DESERTO
UM ESPELHO ME PARECE DO SOL OU DA LUA
UM NOME
UM RIO TE ESPERA
UM SIMPLES PENSAMENTO
URGENTEMENTE
VACILANTES PERDEM-SE AGORA OS DEDOS
VAGUÍSSIMO RETRATO
VARIAÇÕES EM TOM MENOR
VASTOS CAMPOS
VÊ COMO O VERÃO
VEGETAL E SÓ
VÊM DA INFÃNCIA
VÊM DE UM CÉU
VENEZA
VER CLARO
VÉSPERA DA ÁGUA
VÉSPERA DO SOL
VINDAS DO MAR
WALT WHITMAN E OS PÁSSAROS
XVII [IGNORO O QUE SEJA A FLOR DA ÁGUA]
FOI PARA TI QUE CRIEI AS ROSAS

Foi para ti que criei as rosas.
Foi para ti que lhes dei perfume.
Para ti rasguei ribeiros
e dei às romãs a cor do lume.

Foi para ti que pus no céu a lua
e o verde mais verde nos pinhais.
Foi para ti que deitei no chão
Um corpo aberto como os animais

© EUGÊNIO DE ANDRADE
In As Mãos e os Frutos

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