INÍCIO | POESIAS | POETAS | MÚSICOS | RÁDIO | VÍDEOS | LIVROS | RECENTES | CARTÕES | E-BOOKS | MURAL | FÓRUM | BLOGS | AGENDA | INSCRIÇÃO | CONTATO
 
 
VOLTAR
 
NOTÍCIAS SOBRE O POETA
 
RÁDIO DO POETA
 
:: POESIAS ::
 
A ALVORADA DO AMOR
A AVENIDA DAS LÁGRIMAS
A CANÇÃO DE ROMEU
A CILADA
A GONÇALVES DIAS
A IARA
A MISSÃO DE PUMA
A MONTANHA
A MORTE DE ORFEU
A MORTE DE TAPIR
A RAINHA DE SABÁ
A RONDA NOTURNA
A SESTA DE NERO
A TENTAÇÃO DE XENÓCRATES
A UM GRANDE HOMEM
A UM POETA
A UM TRISTE
A UM VIOLINISTA
A VELHICE DE ASPÁSIA
A VOZ DO AMOR
ABISAG
ABSTRAÇÃO
ABYSSUS
ANCHIETA
AOS MEUS AMIGOS DE SÃO PAULO
AS ÁRVORES
AS ESTRELAS
AS NUVENS
AS ONDAS
AS VIAGENS I [PRIMEIRA MIGRAÇÃO]
AS VIAGENS II [OS FENÍCIOS]
AS VIAGENS III [ISRAEL]
AS VIAGENS IV [ALEXANDRE]
AS VIAGENS IX [O BRASIL]
AS VIAGENS V [CÉSAR]
AS VIAGENS VI [OS BÁRBAROS]
AS VIAGENS VII [AS CRUZADAS]
AS VIAGENS VIII [AS ÍNDIAS]
AS VIAGENS X [O VOADOR]
AS VIAGENS XI [O PÓLO]
AS VIAGENS XII [A MORTE]
ASSOMBRAÇÃO
AVATARA
BALADAS ROMÂNTICAS
BEETHOVEN SURDO
BEIJO ETERNO
BENEDICITE!
CAMPO-SANTO
CANÇÃO
CANTILENA
CAOS
CICLO
CLEÓPATRA
CONSOLAÇÃO
CREPÚSCULO NA MATA
CRIAÇÃO
DANTE NO PARAÍSO
DE VOLTA DO BAILE
DEFESA
DELENDA CARTAGO!
DENTRO DA NOITE
DESTERRO
DIÁLOGO
DIAMANTE NEGRO
DIZIAM QUE...
DORMINDO
DUALISMO
EDIPO
ESTÂNCIAS
ESTUÁRIO
EUTANÁSIA
FOGO-FÁTUO
FRUTIDORO
GIOCONDA
GUERREIRA
HINO À TARDE
IDA
IN EXTREMIS
INANIA VERBA
INCONTENTADO
INOCÊNCIA
INTROIBO!
LENDO A ILÍADA
LÍNGUA PORTUGUESA
MADALENA
MALDIÇÃO
MANHÃ DE VERÃO
MARCHA FÚNEBRE
MARINHA
MATER
MATERNIDADE
MEDALHA ANTIGA
MESSALINA
MESSÍDORO
MICROCOSMO
MIDSUMMER'S NIGHT'S DREAM
MIGUEL ÂNGELO VELHO
MILAGRE
MILAGRE
MILTON CEGO
MÚSICA BRASILEIRA
NA TEBAIDA
NATAL
NEL MEZZO DEL CAMIN...
NEW YORK
NO CÁRCERE
NO LIMIAR DA MORTE
NO TRONCO DE GOA
NOITE DE INVERNO
NOTURNO
NUMA CONCHA
O CAÇADOR DE ESMERALDAS
O CAVALEIRO POBRE
O COMETA
O CREPÚSCULO DA BELEZA
O CREPÚSCULO DOS DEUSES
O INCÊNDIO DE ROMA
O JULGAMENTO DE FRINÉIA
O OITAVO PECADO
O SONHO DE MARCO ANTÔNIO
O TEAR
O VALE
OLHANDO A CORRENTE
ORAÇÃO A CIBELE
OS AMORES DA ABELHA
OS AMORES DA ARANHA
OS RIOS
OS SINOS
PALAVRAS
PALMEIRA IMPERIAL
PANTUM
PARA A RAINHA DONA AMÉLIA DE PORTUGAL
PARÁFRASE DE BAUDELAIRE
PÁTRIA
PECADOR
PENETRÁLIA
PERFEIÇÃO
PESADELO
POMBA E CHACAL
PRECE
PRIMAVERA
PROFISSÃO DE FÉ
QUARENTA ANOS
REI DESTRONADO
REMORSO
REQUIESCAT
RESPOSTAS NA SOMBRA
RESSURREIÇÃO
RIO ABAIXO
RIOS E PÂNTANOS
ROMEU E JULIETA
RUTH
SACRILÉGIO
SAGRES
SAHARA VITAE
SALUTARIS PORTA
SAMARITANA
SATÂNIA
SEMPER IMPENDENT...
SINFONIA
SOBRE AS BODAS DE UM SEXAGENÁRIO
SOLITUDO
SONATA AO CREPÚSCULO
SONHO
SONHO
SPERATE, CREPERI!
SÚPLICA
SURDINA
TÉDIO
TENHO FRIO E ARDO EM FEBRE!
TERCETOS
TRILOGIA
ÚLTIMA PÁGINA
ÚLTIMO CARNAVAL
UM BEIJO
UM TRECHO DE TH. GAUTIER
VANITAS
VELHA PÁGINA
VELHAS ÁRVORES
VESTÍGIOS
VIA-LÁCTEA SONETO I
VIA-LÁCTEA SONETO II
VIA-LÁCTEA SONETO III
VIA-LÁCTEA SONETO IV
VIA-LÁCTEA SONETO VI
VIA-LÁCTEA SONETO IX
VIA-LÁCTEA SONETO V
VIA-LÁCTEA SONETO VII
VIA-LÁCTEA SONETO VIII
VIA-LÁCTEA SONETO X
VIA-LÁCTEA SONETO XI
VIA-LÁCTEA SONETO XII
VIA-LÁCTEA SONETO XIII
VIA-LÁCTEA SONETO XIV
VIA-LÁCTEA SONETO XIX
VIA-LÁCTEA SONETO XV
VIA-LÁCTEA SONETO XVI
VIA-LÁCTEA SONETO XVII
VIA-LÁCTEA SONETO XVIII
VIA-LÁCTEA SONETO XX
VIA-LÁCTEA SONETO XXI
VIA-LÁCTEA SONETO XXII
VIA-LÁCTEA SONETO XXIII
VIA-LÁCTEA SONETO XXIV
VIA-LÁCTEA SONETO XXIX
VIA-LÁCTEA SONETO XXV
VIA-LÁCTEA SONETO XXVI
VIA-LÁCTEA SONETO XXVII
VIA-LÁCTEA SONETO XXVIII
VIA-LÁCTEA SONETO XXX
VIA-LÁCTEA SONETO XXXI
VIA-LÁCTEA SONETO XXXII
VIA-LÁCTEA SONETO XXXIII
VIA-LÁCTEA SONETO XXXIV
VIA-LÁCTEA SONETO XXXV
VILA RICA
VILFREDO
VINHA DE NABOT
VIRGENS MORTAS
VITA NUOVA
VULNERANT OMNES, ULTIMA NECAT
 
:: SONETOS ::
 
EM UMA TARDE DE OUTONO
 
:: POESIAS INFANTIS ::
 
A AVÓ
A BONECA
A BORBOLETA
A CASA
A CORAGEM
A INFÂNCIA
A MADRUGADA
A MOCIDADE
A PÁTRIA
A RÃ E O TESOURO
A VELHICE
A VIDA
ANO BOM
AS ESTAÇÕES
AS ESTRELAS
AS FLORES
AS FORMIGAS
AS VELHAS ÁRVORES
AVE MARIA
DEUS
DOMINGO
HINO À BANDEIRA NACIONAL
JUSTIÇA
MEIA NOITE
MEIO-DIA
MODÉSTIA
NATAL
O AVÔ
O BOI
O CREDO
O LEÃO E O CAMUNDONGO
O LOBO E O CÃO
O PÁSSARO CATIVO
O REMÉDIO
O RIO
O SOL
O SOLDADO E A TROMBETA
O TEMPO
O TRABALHO
O UNIVERSO
OS MESES
OS POBRES
OS REIS MAGOS
PLUTÃO
A CASA

Vê como as aves têm, debaixo d’asa,
O filho implume, no calor do ninho!...
Deves amar, criança,a tua casa!
Ama o calor do maternal carinho!

Dentro da casa em que nasceste és tudo...
Como tudo é feliz, no fim do dia,
Quando voltas das aulas e do estudo!
Volta, quando tu voltas, a alegria!

Aqui deves entrar como num templo,
Com a alma pura, e o coração sem susto:
Aqui recebes da Virtude o exemplo,
Aqui aprendes a ser meigo e justo.

Ama esta casa! Pede a deus que a guarde,
Pede a Deus que a proteja eternamente!
Porque talvez, em lágrimas, mais tarde,
Te vejas, triste, d’esta casa ausente...

E, já homem, já velho e fatigado,
Te lembrarás da casa que perdeste,
E hás de chorar, lembrando o teu passado...
— Ama, criança, a casa em que nasceste!

© OLAVO BILAC
In Poesias Infantis (2ª Ed.), 1929

Número de visualizações em 2017: 989
Número de curtidas: 39
 
Compartilhar via Facebook Compartilhar via Twitter Compartilhar via Google+

Comentários (4)

Avatar do visitante

Leopoldina de Menezes · 17/08/2016, às 13h55

Esta poesia marcou minha infancia. Nos caminhos que eu fazia de volta a casa, eu a recitava baixinho. O tempo passou e nos momentos difíceis de minha vida, eu sabia que tinha uma casa com a pintura desbotada, mas com as portas sempre abertas por onde eu, poderia entrar recitando aquelas palavras COMO TUDO É FELIZ NO FIM DO DIA (como tudo é feliz no fim da vida)
Avatar do visitante

Leopoldina de Menezes · 17/08/2016, às 14h08

Esta poesia deveria ser apresentada nas salas de aula para alunos que como eu, teriam seus sentimentos voltados para a importancia de um lar, do amor a família e o seu despertar para a poesia. Eu tinha apenas oito anos quando minha professora a escreveu no quadro-negro, fazendo-me encantar e nunca me esquecer daquelas aulas que, de alguma forma, moldaram a minha personalidade.
Avatar do visitante

Maria Cleyde Leite · 26/11/2016, às 20h12

Aprendi essa poesia ainda no primário e até hoje aos 81 anos lembro das reuniões de pais e mestres onde sempre um de nossos/as colegas a recitava sempre orientados/as pela nossa diretora dona Olindina.Havia ordem e disciplina sem falar no respeito aos nossos superiores.
Avatar do visitante

jorge luiz gmeiner furquim · 12/07/2017, às 18h59

amo esta poesia minha saudosa maezinha recitava quase todas as noites para mim quando eu era crianca

Postar um novo comentário

CADASTRAR-SE NO QUADRO DE AVISOS | POR ONDE A VOZ ECOA | ÁREA ADMINISTRATIVA DOS POETAS | ENVIAR AVISO (SOMENTE ADMINISTRADORES)
FacebookOrkutTwitterGPlusYoutubeMyspaceDhittPaltalkRSS
 
Copyright 2001 - 2013 - A Voz da Poesia Falando ao Coração - Design GamaBrasil