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Você vem, me prova da pele a textura.
E o fresco do aroma no olfato, qual fosse
Almíscar, vapor que é tão brando e tão doce,
Penetra-me o dorso e escorre em ternura.

Eu sorvo em sua boca do sumo que trouxe:
Prazer de beber de uma taça que é pura
Um vinho em saliva com gosto agridoce,
Que adentra-me os lábios e é fruta madura.

Licores, seus fluidos, genuínos olores,
E o sal do suor é o tempero que resta
No mel que açucara esses nossos sabores.

Suspiros, falsetes, libertas serestas...
Dois corpos descansam, banquete de amores,
Saciado o desejo e cansados da festa.

©MAGMAH

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Comentários (2)

Ohhhh. Usei seu poema no meu seminário de português. :)
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Aline Maranhão · 03/12/2017, às 18h31

Tudo que procurava. Adorei!

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