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:: POESIAS ::
 
"SÓROR SAUDADE"
? [QUEM FEZ AO SAPO O LEITO CARMESIM]
?! [SE AS TUAS MÃOS DIVINAS FOLHEAREM]
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A DOIDA
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DOCE MILAGRE
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EU [2]
ÉVORA
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FANATISMO
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III [FRÊMITO DO MEU CORPO A PROCURAR-TE]
IMPOSSÍVEL
IN MEMORIAM
INCONSTÂNCIA
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IV [ÉS TU! ÉS TU! SEMPRE VIESTE, ENFIM!]
IX [PERDI OS MEUS FANTÁSTICOS CASTELOS]
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VII [SÃO MORTOS OS QUE NUNCA ACREDITARAM]
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[SEM TÍTULO] E NÃO SOU DE NINGUÉM...
[SEM TÍTULO] MEU FADO, MEU DOCE AMIGO
[SEM TÍTULO] PASSAM NO TEU OLHAR NOBRES CORTEJOS
ESQUECIMENTO

Esse de quem eu era e que era meu,
Que foi um sonho e foi realidade,
Que me vestiu a alma de saudade,
Para sempre de mim desapar’ceu.

Tudo em redor então escureceu,
E foi longínqua toda a claridade!
Ceguei... tacteio sombras... Que ansiedade!
Apalpo cinzas porque tudo ardeu!

Descem em mim poentes de Novembro...
A sombra dos meus olhos, a escurecer...
Veste de roxo e negro os crisântemos...

E desse que era meu já me não lembro...
Ah, a doce agonia de esquecer
A lembrar doidamente o que esquecemos!...

© FLORBELA ESPANCA
In Reliquiae, 1934

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